A ideia dessa atividade foi trabalhar a falta do sentido da visão. Os alunos experimentaram fazer coisas sem enxergar. Também foi trabalhado a solidariedade, pois eles precisavam do outro para poder realizar suas atividades, como caminhar, subir escada, sentar, etc.
Só precisa ter bastante paciência e cuidado para fazer essa atividade, pois os alunos podem se machucar.

Torne a sua aula mais interessante, deixe a arte fazer parte dela.
sábado, 20 de outubro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Visita ao Teatro São Pedro
Esse é um passeio bem legal de se fazer e as crianças se divertem muito.
Um pouquinho da história do teatro...
O Teatro São Pedro surgiu por iniciativa de uma sociedade acionária de doze cidadãos, que visavam construir um teatro - que se chamaria São Pedro de Alcântara - cujos rendimentos seriam destinados para auxílio da Santa Casa de Misericórdia. Em vista da louvável proposta, o então presidente da província Manoel Antônio Galvão doou em 1833 um terreno com 100 x 200 palmos para a sua construção, localizado na Praça da Matriz, no centro da cidade. As obras foram iniciadas no ano seguinte, mas estiveram interrompidas por dez anos, ainda na fase dos alicerces, em função da Revolução Farroupilha ocorrida entre 1835 e 1845.
Depois da guerra, para continuidade das obras foi constituída uma nova sociedade que, não obstante ser de caráter privado, logo buscou subsídios oficiais, que foram concedidos pelos governos seguintes, e em 1850 os trabalhos foram retomados. A pedido da Santa Casa o projeto foi elaborado no Rio de Janeiro, e executado por Phillip von Normann, que se encarregou de toda a construção, com exceção da decoração final, que ficou a cargo de Emil Julius Textor[1][2]. O plano previu a construção de um edifício gêmeo no outro lado da rua, o Tribunal de Justiça, posteriormente demolido após um incêndio, em 1950.
As verbas para a construção vieram de um programa de loterias estaduais, e finalmente o edifício em estilo neoclássico foi inaugurado em 27 de junho de 1858, com capacidade para 700 espectadores e decoração em veludo e ouro, numa época em que Porto Alegre tinha pouco mais de vinte mil habitantes. Em breve a sociedade constituída para sua conservação, a Associação do Teatro, não conseguiria mais fazer frente às despesas, e o imóvel foi desapropriado pelo poder público em 2 de abril de 1861.
Apesar de tudo isso, em abril de 1973, o Theatro São Pedro foi interditado por "absoluta falta de condições técnicas".
A reinauguração aconteceu em agosto de 1984, com o espetáculo de teatro de bonecos O julgamento do cupim, do Grupo Cem Modos, o musical Piaf, com Bibi Ferreira e uma apresentação Orquestra Sinfônica Brasileira regida por Isaac Karabtchevsky.
Em sua nova fase, o teatro tem sido administrado pela Fundação Theatro São Pedro, criada em 1982 e desde então dirigida por Dona Eva Sopher, ligada de forma autônoma à Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul. Em 1985 passou a contar com uma Orquestra de Câmara.
Quando concluído, o Multipalco contará com teatro italiano, teatro oficina, concha acústica, sala para corpo de baile, sala para orquestra e sala de naipes, sala para entrevistas coletivas e reuniões, salas para ensaios, restaurante, praças, cafeteria e bar, quatro lojas e estacionamento.
Um pouquinho da história do teatro...
O Teatro São Pedro surgiu por iniciativa de uma sociedade acionária de doze cidadãos, que visavam construir um teatro - que se chamaria São Pedro de Alcântara - cujos rendimentos seriam destinados para auxílio da Santa Casa de Misericórdia. Em vista da louvável proposta, o então presidente da província Manoel Antônio Galvão doou em 1833 um terreno com 100 x 200 palmos para a sua construção, localizado na Praça da Matriz, no centro da cidade. As obras foram iniciadas no ano seguinte, mas estiveram interrompidas por dez anos, ainda na fase dos alicerces, em função da Revolução Farroupilha ocorrida entre 1835 e 1845.
Depois da guerra, para continuidade das obras foi constituída uma nova sociedade que, não obstante ser de caráter privado, logo buscou subsídios oficiais, que foram concedidos pelos governos seguintes, e em 1850 os trabalhos foram retomados. A pedido da Santa Casa o projeto foi elaborado no Rio de Janeiro, e executado por Phillip von Normann, que se encarregou de toda a construção, com exceção da decoração final, que ficou a cargo de Emil Julius Textor[1][2]. O plano previu a construção de um edifício gêmeo no outro lado da rua, o Tribunal de Justiça, posteriormente demolido após um incêndio, em 1950.
As verbas para a construção vieram de um programa de loterias estaduais, e finalmente o edifício em estilo neoclássico foi inaugurado em 27 de junho de 1858, com capacidade para 700 espectadores e decoração em veludo e ouro, numa época em que Porto Alegre tinha pouco mais de vinte mil habitantes. Em breve a sociedade constituída para sua conservação, a Associação do Teatro, não conseguiria mais fazer frente às despesas, e o imóvel foi desapropriado pelo poder público em 2 de abril de 1861.
Apogeu e decadência
Durante mais de cem anos, o Theatro São Pedro foi palco de alguns dos mais importantes espetáculos assistidos em Porto Alegre. Por aqui passaram, por exemplo, os pianistas Arthur Rubinstein, Friedrich Gulda, Magda Tagliaferro e Claudio Arrau, o maestro Heitor Villa-Lobos, as cantoras Bidu Sayão e Marian Anderson, o dramaturgo Roman Riesch, o grupo francês Les Comediens des Champs-Elisées, a Orquestra de Versalhes, os atores Walmor Chagas, Paulo Autran, Fernanda Montenegro, Paulo Gracindo, etc.Apesar de tudo isso, em abril de 1973, o Theatro São Pedro foi interditado por "absoluta falta de condições técnicas".
Restauração e reinauguração
As obras de restauração iniciaram em 1975 sob a autoria do Arquiteto Carlos Antônio Mancuso (1930-2010). A direção administrativa dos trabalhos coube à Eva Sopher, que na época dirigia o Instituto Proarte, com a ideia de "integração do passado com o presente".A reinauguração aconteceu em agosto de 1984, com o espetáculo de teatro de bonecos O julgamento do cupim, do Grupo Cem Modos, o musical Piaf, com Bibi Ferreira e uma apresentação Orquestra Sinfônica Brasileira regida por Isaac Karabtchevsky.
Em sua nova fase, o teatro tem sido administrado pela Fundação Theatro São Pedro, criada em 1982 e desde então dirigida por Dona Eva Sopher, ligada de forma autônoma à Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul. Em 1985 passou a contar com uma Orquestra de Câmara.
Multipalco
Em 1995, a equipe dirigida por Dona Eva partiu em busca de novos terrenos nas imediações, a fim de expandir o complexo Theatro São Pedro. A partir de um concurso público, em 1998 foi selecionado o projeto dos arquitetos Marco Peres, Dalton Bernardes e Julio Ramos Collares para a construção do Multipalco, cujas obras iniciaram em 2002.Quando concluído, o Multipalco contará com teatro italiano, teatro oficina, concha acústica, sala para corpo de baile, sala para orquestra e sala de naipes, sala para entrevistas coletivas e reuniões, salas para ensaios, restaurante, praças, cafeteria e bar, quatro lojas e estacionamento.
Concertos para Juventude
As crianças tiveram a oportunidade de conhecer o Teatro São Pedro (Porto Alegre/RS) e também o Projeto Concertos Banrisul para Juventude.
Entraram no mundo dos clásssicos de uma forma lúdica e divertida. Eles amaram!
O Projeto
O Concertos Banrisul para Juventude leva a música erudita para o mundo dos jovens de uma forma lúdica. São concertos irreverentes e interpretados com muita alegria pela Orquestra de Câmara Theatro São Pedro. No repretório, nomes como Vivaldi, Bach, Chico Buarque, entre outros.
O projeto já está em sua 12ª edição e, em 100 concertos realizados, mais de 50 mil jovens de 1ª a 6ª série participaram. Foi criada uma dinâmica de ensino na apresentação dos concertos, em que é informado com humor o que é uma orquestra, seus instrumentos, enfim, um pouco do mundo da música, através de apresentações interativas com o público. A escolha das escolas é feita por ordem de inscrição, com um limite de 500 alunos por concerto.
Entraram no mundo dos clásssicos de uma forma lúdica e divertida. Eles amaram!
O Projeto
O Concertos Banrisul para Juventude leva a música erudita para o mundo dos jovens de uma forma lúdica. São concertos irreverentes e interpretados com muita alegria pela Orquestra de Câmara Theatro São Pedro. No repretório, nomes como Vivaldi, Bach, Chico Buarque, entre outros.
O projeto já está em sua 12ª edição e, em 100 concertos realizados, mais de 50 mil jovens de 1ª a 6ª série participaram. Foi criada uma dinâmica de ensino na apresentação dos concertos, em que é informado com humor o que é uma orquestra, seus instrumentos, enfim, um pouco do mundo da música, através de apresentações interativas com o público. A escolha das escolas é feita por ordem de inscrição, com um limite de 500 alunos por concerto.
sábado, 6 de outubro de 2012
Pintura com cotonete
Essa atividade foi feita em dois períodos de aula, super fácil de fazer.
A turma foi dividida em grupos para facilitar o trabalho. Cada aluno recebeu uma folha de ofício e dois cotonetes.
Nesse caso, desenhamos uma árvore, o tronco foi feito com lápis de cor e o restante com tinta. Pode-se desenhar qualquer coisa.
Os trabalhos ficaram lindos!
A turma foi dividida em grupos para facilitar o trabalho. Cada aluno recebeu uma folha de ofício e dois cotonetes.
Nesse caso, desenhamos uma árvore, o tronco foi feito com lápis de cor e o restante com tinta. Pode-se desenhar qualquer coisa.
Os trabalhos ficaram lindos!
domingo, 16 de setembro de 2012
Os sentidos - O Tato
Essa atividade é para trabalhar o sentido do tato. Na educação infantil é bem comum e as crianças se divertem bastante. Como é bem lúdica, resolvi trabalhar com a minha turma do 3º ano. Eles se divertiram e entenderam a importância deste sentido.
A atividade é super simples e se divide em 03 etapas. Na primeira eles manusearam objetos com texturas diferentes; na segunda tinha uma caixa cheia de objetos que eles tinham que adivinhar o que era; e na terceira fase o aluno ficava com os olhos cobertos e através do tato tinha que adivinhar quem era, o tempo era cronometrado. E para dar mais emoção eu trabalhei na forma de campeonato. Foi bem legal!!!
Fotos da primeira etapa.
Fotos da segunda etapa.
Fotos da terceira etapa.
A atividade é super simples e se divide em 03 etapas. Na primeira eles manusearam objetos com texturas diferentes; na segunda tinha uma caixa cheia de objetos que eles tinham que adivinhar o que era; e na terceira fase o aluno ficava com os olhos cobertos e através do tato tinha que adivinhar quem era, o tempo era cronometrado. E para dar mais emoção eu trabalhei na forma de campeonato. Foi bem legal!!!
Fotos da primeira etapa.
Fotos da segunda etapa.
Fotos da terceira etapa.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Mona Lisa - Releitura
Olha que show que ficou esse trabalho. Estamos estudando a questão de identidade e resolvi fazer uma atividade divertida com meus alunos do 3º ano. Eu amei o resultado.
Gostei do senso de humor deles.
Já apreveitei e contei pra eles a história de Leonardo da Vinci. Utilizei um livrinho bem bacana feito para crianças. Eles ficaram bem interessados.
O homem que amava caixas
O livro é encantador, uma história simples e singela.
É ótimo para trabalhar com as crianças. Eu trabalhei a questão de que podemos criar várias coisas com sucatas. Nessa situação a ideia foi criar brinquedos. Foi bem divertido e as crianças são muito criativas.
Vejam algumas produções, ficaram ótimas.
O Homem que Amava Caixas
Era uma vez um homem
O homem tinha um filho
O filho amava o homem
e o homem amava caixas.
Caixas grandes
caixas redondas
caixas pequenas
caixas altas
todos os tipos de caixas!
O homem tinha dificuldade em dizer ao filho que o amava;
então, com suas caixas, ele começou a construir coisas para seu filho.
Ele era perito em fazer castelos
e seus aviões sempre voavam...
a não ser, claro, que chovesse.
As caixas apareciam de repente, quando os amigos chegavam, e, nessas caixas, eles brincavam...
e brincavam...
e brincavam.
A maioria das pessoas achava que o homem era muito estranho.
Os velhos apontavam para ele.
As velhas olhavam zangadas para ele.
Seus vizinhos riam dele pelas costas.
Mas nada disso preocupava o homem,
porque ele sabia que tinham encontrado uma maneira especial de compartilharem...
o amor de um pelo outro.
[de Stephen Michael King]
O homem tinha um filho
O filho amava o homem
e o homem amava caixas.
Caixas grandes
caixas redondas
caixas pequenas
caixas altas
todos os tipos de caixas!
O homem tinha dificuldade em dizer ao filho que o amava;
então, com suas caixas, ele começou a construir coisas para seu filho.
Ele era perito em fazer castelos
e seus aviões sempre voavam...
a não ser, claro, que chovesse.
As caixas apareciam de repente, quando os amigos chegavam, e, nessas caixas, eles brincavam...
e brincavam...
e brincavam.
A maioria das pessoas achava que o homem era muito estranho.
Os velhos apontavam para ele.
As velhas olhavam zangadas para ele.
Seus vizinhos riam dele pelas costas.
Mas nada disso preocupava o homem,
porque ele sabia que tinham encontrado uma maneira especial de compartilharem...
o amor de um pelo outro.
[de Stephen Michael King]
É ótimo para trabalhar com as crianças. Eu trabalhei a questão de que podemos criar várias coisas com sucatas. Nessa situação a ideia foi criar brinquedos. Foi bem divertido e as crianças são muito criativas.
Vejam algumas produções, ficaram ótimas.
Assinar:
Postagens (Atom)